quarta-feira, 31 de outubro de 2012

É que eu ando sentindo a sua falta...



Eu sonhei com você hoje, Dani.
Você estava linda! Estonteante, irradiando felicidade...
No sonho eu estava chateada,  pra baixo. Você entrou tão feliz e sorridente que eu logo esqueci os meus problemas.
Te cumprimentei, disse como você estava linda e como eu estava com saudade. Você respondeu que estava melhor agora e que estava tudo bem.  Fui preparar alguma coisa pra você mas você sumiu. Quando eu ia voltar a ficar triste, aparecestes outra vez. Disse que precisava ir, que chegara a hora. Me deu um abraço, repetindo que estava bem e fostes embora com a mesma beleza que chegastes.

Acordei e tive a impressão de ser uma despedida. Sei que você está melhor, Danizinha,  é que eu ando sentindo a sua falta... Tem feito um vazio tão grande no meu cotidiano, que eu nem sei. Não sei como explicar, eu escuto às bandas que a gente gostava, seja jonas brothers, nirvana, paramore ou o bom e velho MPB. As lembranças do show do paramore ou de quando você veio aqui em casa e me mostrou uma porção de fotos! Ah, Dani, você sempre foi tão linda. E especial. Tô com saudade. Acho que vou ter saudade pra sempre... Então essa aqui é a minha despedida. Vou te guardar no coração. A menina forte, linda, sorridente, apaixonada pela música.  Essa é a Dani que eu vou  guardar comigo. A minha Dani. ♥
 

 Dani - 28.05.94
           18.09.12

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Ao fim do dia

Quem somos nós ao final do dia?
Um poço de desesperança, amargura e tristeza acumuladas?
Quando a pontinha de alegria do seu dia se dissipa,
e você se dá conta de que a realidade de hoje não é diferente
da realidade de ontem e tampouco se diferenciará da de amanhã?
Quando todos aqueles sorrisos,
aquela alegria, aquele sentimento que te preenchera durante o dia,
se esvai simplesmente?
Nos damos conta de que não somos nada
e ao mesmo tempo temos tudo?
Fomos bons?
A troco de que fingimos levar nossa vida
da  forma mais conveniente àqueles que amamos?
Por que temos de ser bons?
Em diversas tentativas, muitas vezes frustradas e cansativas?
Somos tão ruins a ponto de não perceber que,
na verdade, de bom não temos nada?
Talvez sejamos apenas um desperdício.
Ou então nem isso.
No final do dia nós somos nós mesmos,
livres de todas as correntes e máscaras que nos prendem durante o dia.
Somos o cansaço, a dor ou alegria acumuladas.
Somos tudo e ao mesmo tempo nada.